Depoimentos reais: famílias que levaram pets para o exterior
7 depoimentos reais de famílias que levaram pets para Portugal, EUA, Canadá, Alemanha, Argentina, Japão e Dubai.
Nada transmite mais confiança do que ouvir quem já passou pela experiência. Reunimos depoimentos reais de famílias brasileiras que levaram seus pets para o exterior — com diferentes destinos, portes de animais e situações. Cada história traz lições práticas que podem ajudar no seu planejamento.
Mariana e Thor (Golden Retriever, 4 anos) — Brasil para Portugal
"Quando decidimos emigrar para Lisboa, o Thor era nossa maior preocupação. Ele tem 35 kg e não cabia em cabine — foi no porão pressurizado da TAP."
"O Thor chegou bem. Quando abri a caixa no aeroporto de Lisboa, ele saiu abanando o rabo como se nada tivesse acontecido. O que mais me surpreendeu foi o controle sanitário português — foram rápidos e educados."
Lições dessa viagem
- Começar a titulação de anticorpos o mais cedo possível
- TAP é a companhia mais experiente na rota Brasil-Portugal para pets
- O porão pressurizado é climatizado — não é "a parte de baixo do avião"
- Chegar 3 horas antes ao aeroporto para check-in do pet
Carlos e Mel (Poodle Toy, 2 anos) — Brasil para Miami
"A Mel tem 3,5 kg e foi comigo em cabine na American Airlines. Foi a parte fácil. A parte difícil foi o DogImport.gov — o sistema é confuso e todo em inglês."
"Minha dica número 1: verifique com o veterinário se a marca da vacina antirrábica é aprovada pelo USDA ANTES de aplicar. Isso teria me economizado mais de um mês de atraso e quase R$ 2.000 em remarcações."
Lições dessa viagem
- Conferir a marca da vacina antirrábica aprovada pelo USDA antes de aplicar
- DogImport.gov exige paciência — reserve um dia inteiro para o cadastro
- Pets pequenos em cabine tornam a viagem muito mais tranquila
- American Airlines foi eficiente no processo de embarque
Fernanda e Simba (Gato SRD, 6 anos) — Brasil para Toronto
"O Simba é um gato de rua que adotei filhote. Quando recebi a oferta de emprego em Toronto, não tinha como deixá-lo. Foi a primeira vez que pesquisei transporte internacional de pet e fiquei assustada com a quantidade de informação."
"Mas o Canadá foi surpreendentemente simples comparado a outros destinos. Não precisei de titulação de anticorpos, só a vacina antirrábica em dia e o CVI do MAPA."
"No aeroporto Pearson, o controle foi rápido. Olharam os documentos, verificaram o microchip e liberaram em 15 minutos. O Simba estava estressado no voo, mas se recuperou em poucas horas no apartamento novo."
Lições dessa viagem
- Canadá tem um dos processos mais simples para importação de pets
- Gatos se adaptam bem — o segredo é acostumar à caixa antes
- Gatos SRD (sem raça definida) não têm nenhuma restrição extra
- O investimento em uma boa bolsa/caixa faz toda a diferença
Patrícia e Bob (Bulldog Francês, 3 anos) — Brasil para Berlim
"O Bob é braquicefálico e eu sabia que seria complicado. Várias companhias aéreas recusaram levá-lo no porão. Com 12 kg, ele também não cabia em cabine."
"A parte mais tensa foi esperar no aeroporto de Berlim. Quando vi o Bob sair da caixa com cara de sono mas saudável, chorei de alívio. Hoje ele adora os parques de Berlim."
Lições dessa viagem
- Raças braquicefálicas (bulldog, pug, shih-tzu) têm restrições sérias em companhias aéreas
- Empresa especializada é praticamente obrigatória nesses casos
- Lufthansa Cargo é uma das melhores opções para transporte como carga
- Custo mais alto, mas segurança não tem preço
Rafael e Luna (Labrador, 5 anos) — Brasil para Buenos Aires
"Mudei pra Buenos Aires a trabalho e levei a Luna comigo. Por ser Mercosul, achei que seria fácil — e realmente foi, comparado a outros destinos."
"O processo todo levou menos de um mês. Microchip, vacina antirrábica em dia, CVI no MAPA e pronto. A Luna voou no porão da LATAM, são só 3 horas de voo."
Lições dessa viagem
- Destinos Mercosul são os mais simples para brasileiros
- Voos curtos reduzem drasticamente o estresse do animal
- LATAM tem boa experiência com transporte de pets na América do Sul
- Pesquise a cultura pet-friendly do destino — pode surpreender positivamente
Juliana e Hachi (Shiba Inu, 2 anos) — Brasil para Tóquio
"O Japão foi o destino mais complexo. O processo levou quase 8 meses do início ao embarque. Duas doses de vacina antirrábica, titulação de anticorpos e depois 180 dias de espera."
"Se eu errasse qualquer data ou documento, o Hachi ficaria em quarentena até 180 dias no Japão. O estresse de conferir e reconferir cada detalhe foi enorme."
"Mas no fim deu tudo certo. O Hachi entrou no Japão sem quarentena e hoje vive feliz em Tóquio. A inspeção no aeroporto de Narita foi meticulosa mas justa — verificaram cada documento com lupa."
Lições dessa viagem
- Japão exige o planejamento mais longo entre todos os destinos
- Duas vacinas antirrábicas com intervalo de 30+ dias entre elas
- 180 dias de espera após titulação — não tem como acelerar
- Erro em qualquer etapa = quarentena longa e custosa
- Empresa especializada fortemente recomendada
Amanda e Princesa (Gata Persa, 4 anos) — Brasil para Dubai
"Meu marido foi transferido para Dubai e levamos a Princesa. Como gata Persa (braquicefálica), tive as mesmas preocupações que donos de pugs têm."
"A Emirates não transporta pets em cabine — só como carga. Contratamos a empresa especializada da própria Emirates (Emirates SkyCargo) e a Princesa viajou em container climatizado."
Lições dessa viagem
- Emirados exigem permissão de importação prévia — solicite com 1 mês de antecedência
- Emirates só transporta pets como carga, nunca em cabine
- Gatos Persas e outras raças braquicefálicas exigem cuidados extras com temperatura
- Dubai tem boa infraestrutura veterinária, mas custos são altos
Lições gerais de todas as famílias
Analisando todos os depoimentos, alguns padrões se repetem:
- Comece cedo: Nenhuma família se arrependeu de ter começado cedo demais. Várias se arrependeram de ter começado tarde
- Marca da vacina importa: Para EUA e alguns destinos, a marca da vacina antirrábica precisa ser específica
- Acostume o pet à caixa: Todas as famílias que fizeram isso relataram menos estresse no dia
- Tenha margem de erro: Documentos vencem, voos atrasam, laboratórios demoram. Planeje com folga
- Empresa especializada para casos complexos: Raças braquicefálicas, destinos difíceis (Japão, Austrália) e pets grandes se beneficiam muito de ajuda profissional
- O pet se recupera rápido: Em todos os relatos, o animal se recuperou do estresse da viagem em poucas horas ou dias
Perguntas frequentes
As experiências relatadas são típicas ou casos de sorte?
São experiências típicas de famílias que se prepararam adequadamente. A grande maioria dos problemas em transporte de pets ocorre por falta de planejamento — documentação incompleta, prazos não respeitados ou desconhecimento das regras.
Qual destino é mais fácil para levar pet do Brasil?
Países do Mercosul (Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile) são os mais simples. Entre destinos fora da América do Sul, o Canadá tem o processo mais acessível.
É verdade que o pet sofre muito no porão do avião?
O porão de carga pressurizado é climatizado e pressurizado — não é o que muitos imaginam. A maioria dos animais chega bem. O estresse existe, mas é temporário. A chave é uma caixa confortável e familiar.
Quanto custa em média levar um pet para o exterior?
Varia enormemente: de R$ 2.000 (destino Mercosul, pet pequeno, DIY) até R$ 20.000+ (destino complexo, pet grande, empresa especializada). O custo médio para Europa ou EUA fica entre R$ 5.000 e R$ 12.000.
Alguma dessas famílias perdeu o pet ou teve problema grave?
Nenhuma. É importante ressaltar que incidentes graves no transporte aéreo de pets são estatisticamente raros. A maioria dos problemas se resume a documentação — não a segurança física do animal.
Posso conversar com alguém que já fez o processo?
Comunidades em redes sociais como "Brasileiros em [destino]" no Facebook frequentemente têm membros que compartilham experiências com transporte de pets. Grupos específicos como "Pets sem fronteiras" também são ótimos recursos.
Um relato em vídeo: a viagem do Simba para o Chile
Melhor do que qualquer explicação é ver a experiência de quem viveu o processo. A tutora do Simba, um golden retriever que viajou na cabine do Brasil até Santiago, no Chile, publicou no Instagram o relato completo da viagem organizada pela Pet Viajante, das dúvidas iniciais ao embarque:
"Desde o primeiro contato, fomos acolhidos por uma equipe extremamente competente, dedicada e apaixonada pelo que faz. Em nenhum momento nos sentimos sozinhos. (…) Vocês não organizam apenas viagens… vocês realizam histórias."
Veja também a história completa do Simba e outras histórias reais de pets que viajaram.
Pesquisando reputação? Veja também Pet Viajante no Reclame Aqui: reputação e avaliações e a análise completa de confiabilidade da empresa.
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A Pet Viajante é referência nacional e internacional no transporte de pets, com mais de 15.000 pets ajudados a serem transportados e suporte em diversos países.