Histórias reais de pets que viajaram pelo mundo

Famílias brasileiras que confiaram na Pet Viajante e chegaram com sucesso ao destino dos seus sonhos. Cada história é real, com desafios reais e finais felizes.

Maya

Border Collie
São Paulo, SP Portugal
Maya, Border Collie, viagem de São Paulo, SP para Portugal

Maya foi a primeira aventura da família Rodrigues em Portugal. Com 4 anos de idade, a Border Collie precisou de toda a preparação documental da UE — incluindo a sorologia que eles não sabiam que era obrigatória.

O desafio:

A família descobriu a exigência da sorologia apenas 45 dias antes do embarque previsto. O prazo era impossível. Precisavam atrasar a viagem ou encontrar uma saída.

Como a Pet Viajante ajudou:

A Pet Viajante reorganizou o cronograma, acelerou a coleta da sorologia e conseguiu encaixar o embarque 3 meses depois — sem que a família precisasse viajar com a Maya separada deles.

"Estávamos desesperados com o prazo. A equipe da Pet Viajante nos explicou tudo com calma, reorganizou tudo e hoje a Maya está cá connosco em Lisboa. Foi a melhor decisão confiar neles." — Família Rodrigues

Simba

Siamês
Rio de Janeiro, RJ Estados Unidos
Simba, Siamês, viagem de Rio de Janeiro, RJ para Estados Unidos

Simba viajou na cabine com Carolina no voo RJ-Miami. A preparação levou 45 dias e o processo foi surpreendentemente tranquilo — depois que eles descobriram as novas regras do CDC.

O desafio:

O casal não sabia das novas exigências do CDC implementadas em 2024 para cães e a confusão com os documentos gerou ansiedade. Para o Simba (gato), o processo era diferente — mas eles precisavam de orientação clara.

Como a Pet Viajante ajudou:

A Pet Viajante separou o processo do gato das regras de cães do CDC, organizou os documentos corretos e orientou sobre a caixa IATA aprovada para a cabine da American Airlines.

"O Simba fez a viagem todo tranquilo na cabine. Chegou em Miami como se tivesse apenas dormido uma soneca longa. A Pet Viajante tornou isso possível." — Carolina e Bruno

Bentinho

Golden Retriever
Curitiba, PR Austrália
Bentinho, Golden Retriever, viagem de Curitiba, PR para Austrália

Bentinho foi de Curitiba para Sydney após 14 meses de preparação. O processo australiano é o mais complexo do mundo — e a família de nenhuma forma queria arriscar.

O desafio:

O processo australiano inclui duas sorologias, espera de 180 dias, quarentena obrigatória de 10 dias e aprovação prévia do DAFF. A família tinha data de imigração definida e não podia atrasar.

Como a Pet Viajante ajudou:

A Pet Viajante começou o processo 14 meses antes do embarque, coordenou todas as etapas, acompanhou Bentinho na quarentena em Melbourne e entregou o dog na casa do casal em Sydney.

"Ficamos os 10 dias da quarentena ansiosos, mas a Pet Viajante nos atualizava todo dia. Quando o Bentinho chegou em casa, latiu de alegria. Valeu cada etapa." — Marcos e Juliana

Luna

Beagle
Belo Horizonte, MG Reino Unido
Luna, Beagle, viagem de Belo Horizonte, MG para Reino Unido

Luna voou de BH para Londres após o Brexit, que tornou o processo mais complexo do que era. A Patricia descobriu isso tarde demais na primeira tentativa — mas na segunda, acertou tudo.

O desafio:

Patricia tentou fazer o processo sozinha na primeira vez e errou o laboratório de sorologia — usou um aprovado pela UE, mas não pelo APHA britânico. Precisou refazer tudo.

Como a Pet Viajante ajudou:

Com a Pet Viajante, todos os laboratórios foram verificados contra a lista britânica, o tratamento com Praziquantel foi administrado no prazo exato e Luna entrou no UK sem nenhuma intercorrência.

"Tentei fazer sozinha e aprendi da pior forma que após o Brexit o UK tem regras próprias. Com a Pet Viajante, não tive mais nenhuma surpresa." — Patricia

Bolinha

SRD (Vira-lata)
Florianópolis, SC Espanha
Bolinha, SRD (Vira-lata), viagem de Florianópolis, SC para Espanha

O Bolinha era um vira-lata resgatado da rua — e Thiago e Renata não o deixariam para trás quando a oportunidade de trabalho em Barcelona surgiu. O processo levou 4 meses e o desafio foi comprovar a documentação de um cão sem histórico.

O desafio:

Bolinha não tinha histórico veterinário anterior ao resgate — nenhum microchip, nenhuma vacina documentada, nenhum comprovante de origem. Para a Espanha, toda a documentação precisou ser construída do zero.

Como a Pet Viajante ajudou:

A Pet Viajante organizou toda a documentação de rastreabilidade: microchip implantado, vacina antirrábica com produto e lote registrados, sorologia no CENARGEM e CVI bilíngue. Bolinha chegou em Barcelona sem nenhum problema no PIF.

"O Bolinha saiu da rua de Floripa e chegou como viajante em Barcelona. A Pet Viajante transformou o que parecia impossível em realidade." — Thiago e Renata

Frida

Shih Tzu
São Paulo, SP Japão
Frida, Shih Tzu, viagem de São Paulo, SP para Japão

Camila foi transferida para Tóquio pelo trabalho e a Frida, Shih Tzu de 5 anos, tinha que ir junto. O processo mais complexo que ela já enfrentou levou 10 meses — e a quarentena de 12 dias no AQS foi o trecho mais ansioso.

O desafio:

Além da complexidade do processo japonês (sorologia dupla, certificado bilíngue MAFF, notificação AQS), a Frida é braquicefálica — o que criava restrições nas companhias aéreas que operam a rota Brasil-Japão.

Como a Pet Viajante ajudou:

A Pet Viajante coordenou todo o processo de 10 meses: duas sorologias, notificação AQS em japonês, certificado MAFF bilíngue e contratação de empresa de carga expressa especializada em animais braquicefálicos. A Frida foi transportada em câmara pressurizada com temperatura controlada.

"A notificação ao AQS em japonês, sozinha eu não conseguiria. A Pet Viajante cuidou de absolutamente tudo. A Frida chegou bem e hoje manda beijos de Tóquio." — Camila

Thor

Labrador Retriever
Porto Alegre, RS Canadá
Thor, Labrador Retriever, viagem de Porto Alegre, RS para Canadá

Diego foi aceito em programa de doutorado em Toronto e o Thor, seu Labrador de 6 anos, foi junto. A surpresa positiva: o processo para o Canadá é muito mais simples do que ele imaginava.

O desafio:

Diego tinha pesquisado os processos para Portugal e Austrália e estava preparado para meses de burocracia. Quando descobriu que o Canadá não exige sorologia, ficou desconfiante — achou que estava faltando alguma coisa.

Como a Pet Viajante ajudou:

A Pet Viajante confirmou os requisitos corretos para o Canadá — vacina antirrábica em dia, health certificate em inglês e reserva com a Air Canada. O processo levou 5 semanas. O Thor chegou a Toronto em setembro e fez sua primeira experiência com neve em dezembro.

"Eu não acreditava que era tão simples. A Pet Viajante me mostrou que o Canadá é realmente diferente. O Thor adorou a neve — eu nem tanto." — Diego

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